TDAH: considerações sobre o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

Por Jair Antonio de Carvalho, Marcio Pedrote de Carvalho, Luciana Sant’Ana de Souza, Renato Martins Braga.

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[dc]A[/dc] partir dos anos 80, o TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade vem ocupando lugar de destaque na vida dos pais e também de profissionais de saúde mental, sendo considerado o principal distúrbio psicológico em crianças, porém sem muita divulgação. Hoje com o crescimento dos grupos de apoio e com uma considerável exposição na mídia, mais crianças estão sendo diagnosticadas e tratadas corretamente.

No México este transtorno é considerado um problema de Saúde Pública, afetando aproximadamente 5% da população infantil, com uma proporção aproximada de 3 para 1 entre meninos e meninas respectivamente (PÉREZ, 2010).

A presença de uma pessoa com TDAH na família, altera consideravelmente a sua estrutura, sendo a mãe a pessoa mais atingida, uma vez que o pai, geralmente o papel de mantenedor, faz com que esteja mais ausente e a criança, pela sua pouca idade, vê tudo como muito natural.

Os momentos de disponibilidade da família para o lazer ou outras reuniões sociais, que deveriam ser momentos de descontração, tornam-se de estresse e desgaste emocional em função das atitudes incompatíveis do portador com relação a sua idade. Surgindo daí situações de constrangimentos, principalmente por desconhecer a existência de uma situação especial ou não saber lidar com as situações. São muito frequentes os casos de conflitos em família, ocasionados pela presença de um TDAH. Com os estudos que vêm sendo desenvolvidos, os pais não se sentem culpados e entendem que não causaram o problema em seus filhos devido a uma criação errada.

Nos últimos anos já é reconhecido que muitas ou a maioria das crianças e adultos com o TDAH não são do tipo “puro”, ou seja, são portadores de um ou mais distúrbios psicológicos, como ansiedade, variações de humor, problemas de aprendizado ou abuso de substâncias.

Ticas et al., (2011) afirma que o interesse pela TDAH em adultos é relativamente recente. Somente a partir de 1976 surgiram trabalhos evidenciando a síndrome também em adultos.

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